quinta-feira, 21 de novembro de 2019


“A criança vai lá por sua própria iniciativa, quando lhe apetece. Ninguém lhe impõe a ida ou uma leitura determinada. Vagueia, passeia por um espaço que é seu. Vê, olha, para, folheia o livro que quer, de pé, sentado, acocorado. De repente perde-se na leitura, trava um combate ao lado do seu herói preferido, é seduzido pela raposa do Principezinho, naufraga em ilhas misteriosas, cavalga na pradaria, desbrava florestas impenetráveis, resolve mistérios insolúveis, voa através do espaço imenso.”
(Nunes, 1998, p. 165)




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